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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Culto 10 de Junho - Permitido ou Aprovado?


“Confiar no Senhor torna-nos inabaláveis”. Esta é a afirmação do Salmos 125 lido na abertura do Culto. Os testemunhos falaram da união e cura de ressentimentos que há no amor de Jesus. Nos louvores afirmamos nossa busca por restauração nas ‘Águas Vivas: Jesus’, declaramos sua presença, embora invisível e nossa liberdade nEle.

A ministração da noite com o Pastor Valfrido desenvolveu-se sobre ações permitidas ou aprovadas por Deus; o que é melhor? Por que Deus permite atrocidades? Permissão é autorização, ligada ao livre-arbítrio concedido por Deus aos seres humanos para decidirem por si sobre suas ações. Aprovação é reconhecimento, relaciona-se com conduta e bom caráter. Deus permite o que está de acordo com a vontade da pessoa, mas aprova o que está de acordo com sua vontade.

Um exemplo simples são atitudes de filhos já em idade adulta que fazem coisas não aprovadas, mas permitidas por seus pais.
Exemplos bíblicos são vistos em diversos textos como: Êxodos 20.13, “Não matarás”. Mateus 19.8 e Malaquias 2.16. Tais textos afirmam que por aprovação de Deus, o humano não mataria, pois Ele odeia violência. Porém, Deus permitiu que um grupo de humanos construísse uma bomba e a jogasse sobre duas cidades. Mateus 19.8 e Malaquias 2.16 explicam que Deus apenas permitiu o divórcio, devido à maldade humana e que no principio quando os humanos andavam conforme Sua aprovação não era assim.

Bom é buscar a aprovação do Senhor no pensar e agir (I Coríntios 3.13-15).
Muitas vezes não aprovamos coisas que o Senhor faz. Mesmo assim, se O deixarmos fazer; dará tudo certo (Isaías 55.8).
Andar apenas sob a permissão de Deus, “andar com os próprios pés” é perigoso. John Stott afirmou que a ira de Deus está na permissão para andar sozinho.
Nossos problemas? Vem por não entregar-nos a Deus. Baseados apenas na permissão de Deus torna difícil receber as promessas do Senhor.

É preciso orar e esperar com paciência para saber a vontade de Deus em cada circunstância. É fruto de revelação. A pressa nos faz esquecer o mais importante, nós mesmos. Igreja são todas as ovelhas, as decisões não podem vir da minoria, mas do ‘corpo’ em unidade. Este deve unir-se para buscar a aprovação de Deus o seu Senhor em cada detalhe do viver de cada um. Encerramos com uma homenagem ao Pastor e sua benção sobre a igreja.
São Paulo 11 Junho 2012
Telma A.
 

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